Surrealismo
Surrealismo foi um movimento
artístico e literário de origem francesa, caraterizado pela expressão do
pensamento de maneira espontânea e automática.O termo "surrealismo"
foi criado por G. Apollinaire em 1917, com o significado de "o que está
acima do realismo". Mas só surgiu em França na década de 1920.
O surrealismo procurou superar os
limites impostos à imaginação pela tradição lógica do pensamento burguês e
pelas concepções artísticas vigentes desde o Renascentismo.
O surrealismo teve importância decisiva na nossa época, pois
criou uma nova concepção do mundo e do homem, e também uma revolucionária
teoria do processo artístico.
Alguns estudiosos afirmam que o
surrealismo esteve em processo de gestação até 1924, quando surgiu o Manifeste
du Surréalisme (Manifesto do Surrealismo), da autoria de Breton..
A II Guerra Mundial dispersou os
surrealistas e pouco depois a sua dissolução aconteceu na Europa, motivada
pelas diferenças de opinião entre os seus membros e as dissensões políticas.
Surrealismo
na Literatura
Os surrealistas defenderam uma
ótica particular para interpretar o mundo da Natureza e das ações humanas. Esta
ótica também explicava a função da poesia e da arte, de uma forma totalmente
liberta do predomínio da razão.
Surrealismo
na Arte
O surrealismo adotou numa
primeira fase, a falta dadaísta de pré-julgamentos, o que levou à criação de
objetos descontextualizados, também conhecidos como objetos surrealistas, em
muitos casos "objetos encontrados", frutos do "acaso
objetivo", cujos antecedentes devem ser procurados nos modelos dadaístas
de M. Duchamp e F. Picabia.
Obras de Vladimir Kush.
Fonte:
http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/surrealismo2.JPG
Impressionismo
Foi
uma tendência da arte, principalmente francesa, que dominou o fim do século
passado. Investido de um realismo mais objetivo, foi uma reação ao romantismo
da época. De certa forma, preparou o caminho para futuras manifestadões
artísticas.
O
mais importante para os impressionistas são os efeitos visuais, a impressão
imediata da imagem, a fixação desse instante único, pois o momento seguinte
será certamente diferente. O prazer de pintar ao ar livre pode ser explicado
pela importância dada ao fenômeno da luz. Os adeptos desta escola usavam
cores vivas e puras, justapondo-as nas telas, visando obter os meios-tons
desejados, dando sempre a impressão de captar a luz refletida em superfícies
naturais. As formas desaparecem, não mais se percebem os contornos,
permanecendo no quadro apenas borrões de tinta.
A
temática impressionista, nas pinturas do século XIX
Temas
do impressionismo, pinturas de paisagens, do cotidiano e da vida moderna
O
tema da pintura, para os impressionistas, é secundário. A luz do sol é sempre o
assunto principal da obra. O artista não pinta o que ele sabe ou o que ele
imagina, mas o que ele vê, sem qualquer traço de subjetividade. Sua visão é
sempre renovada em função da luz e suas variações. A arte afasta-se da
obrigação da verossimilhança e a atenção muda do conteúdo para a técnica
pictórica.
A
pintura de paisagem predomina sobre os demais temas, sejam eles religiosos,
mitológicos ou históricos. Diferente dos românticos, que pintavam atmosferas e
sensações provocadas pela natureza – geralmente um sentimento de assombro -, os
impressionistas percebem a pintura de paisagem como uma oportunidade de
reproduzir rapidamente na tela, sem o filtro das emoções ou da memória, o
efeito da sua percepção puramente visual.
A Estação de Saint Lazare, Claude Monet
Primavera, Claude Mone
Impressionismo
– Pinturas em Série
Pinturas
em série no movimento impressionista, obras do impressionismo
O
principal objetivo da pintura impressionista era retratar o efeito da luz nos
objetos da natureza. A luz é efêmera e, por isso, a pintura deveria ser
realizada depressa. Objetos mudam de cor conforme o horário do dia, condição atmosférica
e incidência de raios de sol.
Deste
raciocínio, nasce o conceito da pintura em série. São pinturas realizadas em um
mesmo local, mas com variações de luz. Claude Monet é o pintor que estudou
com mais atenção a inconstância da luz e a passagem do tempo.
Impressionismo
– Pintura ao Ar Livre
A
pintura plein air como uma das
principais características do movimento impressionista
A
Grenouillère (1869), de Claude Monet
Os
impressionismo pintam a natureza, especialmente os seus aspectos mais efêmeros:
o mar e os seus reflexos, o céu e as nuvens passadiças, a fumaça e suas inconstâncias,
o sol e suas vibrações coloridas. Interessados em temas tão fugazes, os
impressionistas pintam ao ar livre, captando impressões fugidias – é a
chamada pintura plein air.
Facilitou
a pintura plein air o desenvolvimento, no final do século XIX,
de novas ferramentas para o artista, como a produção comercial de tintas
prontas e a criação da bisnaga descartável para a embalagem de tinta.
As origens
da pintura plein air remontam à Itália do final do século
XVIII. Pierre-Henri de Valenciennes, paisagista neoclassico, pinta
esboços ao ar livre, interessado na instantaneidade da luz . John Constable realiza
estudos de paisagens em diferentes condições atmosféricas, sendo notória sua
série de pinturas de nuvens.
A
diferença é que os impressionistas não realizam somente esboços e estudos,
mas a obra finalizada, que será exposta ao público. A pintura rápida reflete a
mutabilidade da luz e a espontâneidade da reação do artista frente ao tema.
Mesmo
que nem todas as obras impressionistas sejam inteiramente realizadas ao ar
livre, a impressão pura da percepção visual é a pedra angular do impressionismo.
Minimalismo
Minimalismo
é um movimento artístico e cultural que surgiu nos Estados Unidos no começo da
década de 1960, contrapondo-se a
hiperemotividade e ao Expressionismo Abstrato que predominou na década de 50. O
estilo Minimalista durou até os anos 70 e embora tenha começado na pintura, a
Arte Minimalista conheceu o seu maior desenvolvimento na escultura.
Com uma tendência despojada, de estruturas extremamente simples, geométricas e modulares, o Minimalismo segue a regra do "menos é mais", recorrendo a poucos materiais, sendo eles na maioria das vezes objetos industriais como o aço, plástico ou lâmpadas fluorescestes, explorando a capacidade da escultura em interagir com o espaço envolvente, apostando na experiência corporal do espectador.
De acordo com alguns críticos, o Minimalismo foi o primeiro movimento artístico a formar valores inseparáveis a arte moderna.
Com uma tendência despojada, de estruturas extremamente simples, geométricas e modulares, o Minimalismo segue a regra do "menos é mais", recorrendo a poucos materiais, sendo eles na maioria das vezes objetos industriais como o aço, plástico ou lâmpadas fluorescestes, explorando a capacidade da escultura em interagir com o espaço envolvente, apostando na experiência corporal do espectador.
De acordo com alguns críticos, o Minimalismo foi o primeiro movimento artístico a formar valores inseparáveis a arte moderna.
Principais características do Minimalismo:
- Elaboração de obras (pinturas, esculturas, músicas, peças de teatro) com a utilização do mínimo de recursos;
-
Utilização de poucas cores nas pinturas;
- Nas
artes plásticas, destaque para o uso de formas geométricas com repetições
simétricas;
-
Criação de músicas com poucas notas musicais, valorizando a repetição sonora.
Ludovico Magistretti, designer e
architetto italiano, 1920-2006
O objeto
de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e
escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros. Sua verdade
está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador - cujo
ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos
decorativos e/ou expressivos. Os trabalhos de arte, nessa concepção, são
simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções.
Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e
neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais - vidro, aço,
acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.
Os tubos
fluorescestes, que ele combina tamanhos, formatos, cores e intensidade de
luz, criam uma ambiência arquitetônica particular, que ele denomina
"decoração dramática".
Nos anos
60 ao fazer esboços para as esculturas em que luzes elétricas eram
incorporadas quando trabalhava como um protetor no museu americano da
história natural,em Nova York, que surge para Flavin a ideia de usar como
base de suas construções a luz. Suas obras desde 1963 são realizadas com tubo de
luz fluoresceste em 4 tamanhos e com 9 cores diferentes.Mais tarde, fez suas
primeiras esculturas de luz; chamou-as de "ícones".
Dan Flavin captura e transforma as ``cores artificiais`` de Hopper em ``propostas situacionais`` se baseando em inspirações das vanguardas européias e do construtivismo russo.
Dan Flavin captura e transforma as ``cores artificiais`` de Hopper em ``propostas situacionais`` se baseando em inspirações das vanguardas européias e do construtivismo russo.
POLO/ BARRETOS_ Gisele Ap. Corrêa da Silva
Referenciia
SANTANA,
Ana Lucia. Impressionnismo: Disponivel em< http://www.infoescola.com/movimentos-artisticos/surrealismo/>
Acesso em 10/07/2014 as 16:42min.










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