quarta-feira, 16 de julho de 2014

Arte Rococó



   Rococó é uma palavra que tem origem do termo francês "rocaille"que é um tipo de decoração de jardins em forma de conchas, criando assim um novo estilo artístico usando este nome.
  A arte Rococó é um estilo artístico que foi desenvolvido na Europa no século XVII, surgindo em 1.700 exatamente , na cidade de Paris. Buscando sutileza e delicados detalhes, entra em contraposição com os excessivos e fortes detalhes do barroco.
   Veio se espelhando pela América em meados deste mesmo século, estando presente nas pinturas, arquitetura, música e esculturas.

Principais Características

 São: cores luminosas e suaves, estilo artístico marcado pelo uso de linhas suaves e bem delicadas, utilizava muitas linhas curvas, uso do tema natureza(pássaros, flores delicadas, rochas, cascatas de água, plantas), representava a vida profana da aristocracia, a Arte era tinha influente tema religioso exceto Brasil, buscava refletir(refinado, agradável, sensual e exótico).

Principais Artistas

Jean Honoré de Fragonard ( 1732-1806) Grande desenhista e retratista , destacou-se também pelas pinturas naturistas, e cenários galantes e sensuais.

Johann Michael Fischer( 1692-1766) Mestre grandioso no estilo rococó, responsável pela Ottobeuren na Alemanha e outras igrejas, mosteiros, edifícios e palácios


   
   

 Fragonard, O Balanço, 1767-1768, tinta óleo sobre tela





Maurrice, Quentin de La Tour, Madame de Poupodor, 1755 , Técnica pastel sobre papel azul






Victor Meirelles, A Primeira Missa,1861, óleo sobre tela, encontra-se hoje hoje 
No Museu Nacional de Belas Artes.






Fischer, Abadia Attobeuren, Alemanha




Referências Bibliográficas: www.brasilescola.com/historiag/rococó.htm
                    www.historiadarte.com.br

domingo, 13 de julho de 2014

Principal obra do berço Renascentista - Luana

Mona Lisa de Leonardo da Vinci: uma das obras mais conhecida do Renascimento

 Para os artistas da época renascentista, os gregos e romanos possuíam uma visão completa e humana da natureza, ao contrário dos homens medievais. As qualidades mais valorizadas no ser humano passaram a ser a inteligência, o conhecimento e o dom artístico. A razão e a natureza passam a ser valorizadas com grande intensidade. 
O homem renascentista, principalmente, os cientistas, passa a utilizar métodos experimentais e de observação da natureza e universo.
A Itália ficou conhecida como o berço do renascimento porque nos séculos XIV e XV, algumas cidades italianas começaram a acumular riquezas provenientes do comercio e a investir nas artes, crescendo assim o movimento artístico e cultural.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

SURREALISMO_ IMPRESSIONISMO_ MINIMALISMO_ por_ Gisele Corrêa_




Surrealismo
Surrealismo foi um movimento artístico e literário de origem francesa, caraterizado pela expressão do pensamento de maneira espontânea e automática.O termo "surrealismo" foi criado por G. Apollinaire em 1917, com o significado de "o que está acima do realismo". Mas só surgiu em França na década de 1920.
O surrealismo procurou superar os limites impostos à imaginação pela tradição lógica do pensamento burguês e pelas concepções artísticas vigentes desde o Renascentismo.
O surrealismo teve  importância decisiva na nossa época, pois criou uma nova concepção do mundo e do homem, e também uma revolucionária teoria do processo artístico.
Alguns estudiosos afirmam que o surrealismo esteve em processo de gestação até 1924, quando surgiu o Manifeste du Surréalisme (Manifesto do Surrealismo), da autoria de Breton..
A II Guerra Mundial dispersou os surrealistas e pouco depois a sua dissolução aconteceu na Europa, motivada pelas diferenças de opinião entre os seus membros e as dissensões políticas.
Surrealismo na Literatura
Os surrealistas defenderam uma ótica particular para interpretar o mundo da Natureza e das ações humanas. Esta ótica também explicava a função da poesia e da arte, de uma forma totalmente liberta do predomínio da razão.
Surrealismo na Arte
O surrealismo adotou numa primeira fase, a falta dadaísta de pré-julgamentos, o que levou à criação de objetos descontextualizados, também conhecidos como objetos surrealistas, em muitos casos "objetos encontrados", frutos do "acaso objetivo", cujos antecedentes devem ser procurados nos modelos dadaístas de M. Duchamp e F. Picabia.




   Obras de Vladimir Kush.
Fonte: http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/surrealismo2.JPG



Impressionismo

Foi uma tendência da arte, principalmente francesa, que dominou o fim do século passado. Investido de um realismo mais objetivo, foi uma reação ao romantismo da época. De certa forma, preparou o caminho para futuras manifestadões artísticas.
O mais importante para os impressionistas são os efeitos visuais, a impressão imediata da imagem, a fixação desse instante único, pois o momento seguinte será certamente diferente. O prazer de pintar ao ar livre pode ser explicado pela importância dada ao fenômeno da luz. Os adeptos desta escola usavam cores vivas e puras, justapondo-as nas telas, visando obter os meios-tons desejados, dando sempre a impressão de captar a luz refletida em superfícies naturais. As formas desaparecem, não mais se percebem os contornos, permanecendo no quadro apenas borrões de tinta.
A temática impressionista, nas pinturas do século XIX
Temas do impressionismo, pinturas de paisagens, do cotidiano e da vida moderna
O tema da pintura, para os impressionistas, é secundário. A luz do sol é sempre o assunto principal da obra. O artista não pinta o que ele sabe ou o que ele imagina, mas o que ele vê, sem qualquer traço de subjetividade. Sua visão é sempre renovada em função da luz e suas variações. A arte afasta-se da obrigação da verossimilhança e a atenção muda do conteúdo para a técnica pictórica.
A pintura de paisagem predomina sobre os demais temas, sejam eles religiosos, mitológicos ou históricos. Diferente dos românticos, que pintavam atmosferas e sensações provocadas pela natureza – geralmente um sentimento de assombro -, os impressionistas percebem a pintura de paisagem como uma oportunidade de reproduzir rapidamente na tela, sem o filtro das emoções ou da memória, o efeito da sua percepção puramente visual.





                             
A Estação de Saint Lazare, Claude Monet 

             
Primavera, Claude Mone






Impressionismo 

– Pinturas em Série


Pinturas em série no movimento impressionista, obras do impressionismo
O principal objetivo da pintura impressionista era retratar o efeito da luz nos objetos da natureza. A luz é efêmera e, por isso, a pintura deveria ser realizada depressa. Objetos mudam de cor conforme o horário do dia, condição atmosférica e incidência de raios de sol.
Deste raciocínio, nasce o conceito da pintura em série. São pinturas realizadas em um mesmo local, mas com variações de luz. Claude Monet é o pintor que estudou com mais atenção a inconstância da luz e a passagem do tempo.



Impressionismo 

– Pintura ao Ar Livre


A pintura plein air como uma das principais características do movimento impressionista



A Grenouillère (1869), de Claude Monet


Os impressionismo pintam a natureza, especialmente os seus aspectos mais efêmeros: o mar e os seus reflexos, o céu e as nuvens passadiças, a fumaça e suas inconstâncias, o sol e suas vibrações coloridas. Interessados em temas tão fugazes, os impressionistas pintam ao ar livre, captando impressões fugidias – é a chamada pintura plein air.
Facilitou a pintura plein air o desenvolvimento, no final do século XIX, de novas ferramentas para o artista, como a produção comercial de tintas prontas e a criação da bisnaga descartável para a embalagem de tinta.
As origens da pintura plein air remontam à Itália do final do século XVIII. Pierre-Henri de Valenciennes, paisagista  neoclassico, pinta esboços ao ar livre, interessado na instantaneidade da luz . John Constable realiza estudos de paisagens em diferentes condições atmosféricas, sendo notória sua série de pinturas de nuvens.
A diferença é que os impressionistas não realizam somente esboços e estudos, mas a obra finalizada, que será exposta ao público. A pintura rápida reflete a mutabilidade da luz e a espontâneidade da reação do artista frente ao tema.
Mesmo que nem todas as obras impressionistas sejam inteiramente realizadas ao ar livre, a impressão pura da percepção visual é a pedra angular do impressionismo.





Minimalismo


Minimalismo é um movimento artístico e cultural que surgiu nos Estados Unidos no começo da década de 1960,  contrapondo-se a hiperemotividade e ao Expressionismo Abstrato que predominou na década de 50. O estilo Minimalista durou até os anos 70 e embora tenha começado na pintura, a Arte Minimalista conheceu o seu maior desenvolvimento na escultura.
Com uma tendência despojada, de estruturas extremamente simples, geométricas e modulares, o Minimalismo segue a regra do "menos é mais", recorrendo a poucos materiais, sendo eles na maioria das vezes objetos industriais como o aço, plástico ou lâmpadas fluorescestes, explorando a capacidade da escultura em interagir com o espaço envolvente, apostando na experiência corporal do espectador.
De acordo com alguns críticos, o Minimalismo foi o primeiro movimento artístico a formar valores inseparáveis a arte moderna.


Principais características do Minimalismo:


- Elaboração de obras (pinturas, esculturas, músicas, peças de teatro) com a utilização do mínimo de recursos;
- Utilização de poucas cores nas pinturas;
- Nas artes plásticas, destaque para o uso de formas geométricas com repetições simétricas;
- Criação de músicas com poucas notas musicais, valorizando a repetição sonora.


Ludovico Magistretti, designer e architetto italiano, 1920-2006

 O  objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros. Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador - cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais - vidro, aço, acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.
Os tubos fluorescestes, que ele combina tamanhos, formatos, cores e intensidade de luz, criam uma ambiência arquitetônica particular, que ele denomina "decoração dramática".
Nos anos 60 ao fazer esboços para as esculturas em que luzes elétricas eram incorporadas quando trabalhava como um protetor no museu americano da história natural,em Nova York, que surge para Flavin a ideia de usar como base de suas construções a luz. Suas obras desde 1963 são realizadas com tubo de luz fluoresceste em 4 tamanhos e com 9 cores diferentes.Mais tarde, fez suas primeiras esculturas de luz; chamou-as de "ícones".
Dan Flavin captura e transforma as ``cores artificiais`` de Hopper em ``propostas situacionais`` se baseando em inspirações das vanguardas européias e do construtivismo russo.










 POLO/ BARRETOS_ Gisele Ap. Corrêa da Silva

Referenciia

SANTANA, Ana Lucia. Impressionnismo: Disponivel em< http://www.infoescola.com/movimentos-artisticos/surrealismo/> Acesso em 10/07/2014 as 16:42min.







terça-feira, 8 de julho de 2014

PRÉ HISTÓRIA AO RENASCIMENTO



Luana de Faria
Luana de Faria

PRÉ - RENASCIMENTO


O Renascimento teve inspiração no pensamento grego e no pensamento romano e influência dos Humanistas, tinham em mente os seres como sociedade e do homem como centro do mundo. Antes dos renascentistas, nenhum povo teve essa consciência de se estruturar e se conceituar uma sociedade. Diversos fatores socioeconômicos induziram ao surgimento desse novo Estilo, tais como: o descobrimento da imprensa, a chegada de eruditos bizantinos expulsos de Constantinopla pelos turcos, a evolução fabril e a descoberta do Novo Mundo através da expansão marítima.
 O principal fator foi o surgimento das cidades e com elas surgiu também a burguesia e a nova necessidade da classe social se fortalecer diante o restante da sociedade, o meio que foi encontrado foi o artístico-cultural e a própria expansão marítima.
As extensas famílias burguesas levantaram catedrais, igrejas e monumentos; em frente a essas obras, essas famílias posicionaram seus brasões e enormes estátuas para agraciar heróis e fundadores. Esses patrocinadores da nova cultura foram denominados de Mecenas, os protetores das Artes. Aspirando sempre disseminar a imagem da vida burguesa e os valores burgueses.
Florença ao ser proclamado pela população como a “Nova Atenas” teve que fazer jus ao título, ocasionando diversos movimentos artísticos, além de quantidade, o movimento fez surgir à qualidade, dando mérito à forma e à técnica.


PRINCIPAIS ARTISTAS:

Donatello (1396-1466) - Donatto di Bardi nasce em Florença no ano de 1386, filho de tecelão de lã e com família humilde. Começa como ourives e aos 17 anos aprende a esculpir em mármore. Inicia-se, como assistente, nas portas do batistério de Florença e realiza uma obra imensa. Tem como característica produzir tensão emocional por tamanho realismo.
Principais Obras:
 "São Marcos" - Florença;
"Tabernáculo de São Jorge" - Museu Nacional do Bargello, Florença;
"Profetas" (Zuccone) - Duomo, Florença;
"O banquete de Herodes" - Pia batismal da Catedral de Siena;
"Davi" - Museu Nacional de Bargello, Florença;
"Gattamelata" (estátua esquestre) - Pádua;
"Maria Madalena" - Duomo, Florença;
"Judite e Holofernes" - Palazzo Vecchio, Florença;

Ghibert (1378 - 1455) - Lorenzo Ghiberti nasceu em Florença. Sua principal obra foi lavrar as monumentais portas de bronze do batistério de Florença. Formou-se na oficina do ourives florentino Bartolo di Michele e deixou temporariamente Florença para trabalhar em Pesaro, como pintor de Sigismondo Malatesta. Regressou a Florença para se candidatar à execução da segunda porta do batistério daquela cidade, escolheu como tema o sacrifício de Isaac e com isso ganhou o concurso, após 20 anos fazendo esse trabalho, foi chamado para fazer a terceira porta do batistério da mesma cidade.
Principais obras:
· "São João Batista, São Mateus e Santo Estevão" para Or San Michele.
· Relevos da pia batismal de Siena “Tabernáculo de São Jorge” - Museu Nacional do Bargello, Florença;
· “A História de Jacó e Esaú” – Painel das ‘Portas do Paraíso’ – Batistério, Florença.
· Terceira Portas de bronze do batistério de Florença

Lucca della Robbia (1400 - 1482) - Escultor e ceramistas, nasceu em Florença, dedicou-se, fundamentalmente, à escultura em terracota que ele cobria de uma espécie de esmalte para dissimular sua superfície e conversar das condições atmosféricas.
Principais obras:
 “Ressurreição e a Ascensão de Cristo” – Catedral, Florença.
 “Cantoria” - Museo dell´opera di Santa Maria Del Fiore

Pollaiulo (1432 - 1498) - Antônio di Jacopo Pollaiuolo foi um pintor, escultor e ourives italiano da época do Renascimento. Mostrava interesse, sobretudo, na anatomia humana.
Principais obras:
 “Hércules e Anteu” – Museu Nacional, Florença.
 “Judite”
 “A Batalha dos Homens Nus” - Galeria Uffizi, Florença - Itália.
 “O Martírio de São Sebastião" - National Gallery, Londres.


Verrocchio (1435 - 1488) - Andrea Del Verrocchio era modelador e cinzelador, tem obras em mármore, terracota, prata e bronze. Foi professor de Da Vinci, Sandro Botticelli, Perugino e Ghirlandaio.
Principal obra:
“Putto com Golfinho” – Palazzo Vecchio, Florença.

Pintura
Na pintura, os artistas seguiram a mesma linha ‘espacial’ da escultura, usavam a perspectiva seguindo padrões matemáticos e geométricos, buscavam sempre a realidade, traços realistas e dinamismo nas figuras, utilização do claro-escuro e do esfuminho.
Das raízes greco-romanas, novamente, vem à unidade, o equilíbrio e a harmonia das obras, exaltação do homem, revalorização da beleza física, representação de nus e busca da perfeição anatômica.


Principais Artistas:

Masaccio (1401 - 1428) - Masaccio nasceu em San Giovanni Valdarno, em Arezo, na Toscana. A família se mudou para Florença e Masaccio entrou para a guilda de artesanato na cidade.
Principais obras:
 “Tríptico de San Giovenale” e “A Virgem e o Menino com Santa Ana” - Galeria Uffizi
 “A Virgem e o Menino com Anjos” - Galeria Nacional de Londres
 “A Ressurreição do filho de Teófilo”
 “A Expulsão do Paraíso”
 "Tríptico de San Giovenale"- Igreja d e Cascia di Reggello, em Pieve de San Pietro, perto de Florença.
 “Madonna e Menino com Santa Ana"

Veneziano (1410 - 1461) - Domenico Veneziano nasceu em Veneza, mas mudou-se ainda menino para Florença. Utiliza muito em seus trabalhos perspectiva e cor.
Principais obras:
“Madona e o Menino com os Santos” - Galeria dos Ofícios, Florença.
 “Sacra Conversazione”
 "Adoração dos Magos"

Piero della Francesca (1416 - 1492) - Especialista em tela e pintura a óleo. Fazia retratos humanos e da natureza. Utilizava a perspectiva e a criação do volume em suas obras.
Principais obras:
 “Baptismo de Cristo”
 “Misericórdia”
 “Ressurreição”
 “A História da Vera Cruz”
 "A Natividade"

Botticelli (1445 - 1510) - Nome verdadeiro Alessandro di Mariano Filipepi e artístico Sandro Botticelli, nasceu em Florença, tem tanto uma linha pagã quanto religiosa.

Principais obras:
· “Nastagio Degli Onesti”
· “Botticelli (Auto-retrato)”
· “Ressurreição”
· “A Coroação da Virgem”
· “O Inferno de Dante”
· “A Tentação de Cristo”
· “As Provações de Moisés”
· “O Nascimento de Vênus” – Galeria dos Ofícios, Florença.

Ghirlandaio (1449 - 1494) - Também nascido em Florença. Ao retratar os deuses pagões, ele os fazia como pessoas comuns de “carne e osso”.

Principais obras:

· “Velho e Menino” - Museu do Louvre, Paris.
Bellini (1430 - 1516) - Nascido em Veneza. Leva a pintura para um lado mais sensual e policromático, usava cores claras de lenta secagem, com isso conseguiu um efeito mais sombreado e profundo.

Principais obras:

· “São Francisco em Êxtase” - Coleção Frick, Nova York.
· “Maria e o Menino”
· “Assunção”, (1513), igreja de São Pedro Mártir, Murano.
· “A Festa dos Deuses”, (1514), National Gallery of Art, Washington;
· “Alegoria Sacra”, (1490-1500), Uffizi, Florença;
· “Madonna Willys” (1480-1490), Museu de Arte de São Paulo.

Arquitetura
Assim como nas outras manifestações artísticas, a Arquitetura Renascentista também teve forte influência dos modelos greco-romanos. Isso se deu através do emprego das ordens arquitetônicas, do frontão triangular, da arquitrave, dos frisos, das arcadas e abóbodas à moda romana. Somando a isso, teve o uso do racionalismo, da perspectiva, da simetria, da harmonia e certa regularidade se tratando de regras geométricas.
Predominou-se o vertical e a cúpula era o elemento arquitetônico predominante.
Plantas em cruz latina e Planta centrada. Uso de Lodjas.

Principais Artistas:

Brunelleschi (1377 - 1446) - Apesar da resistência Italiana ao Gótico, Brunelleschi usou muitas das técnicas góticas em seus projetos.
Principais obras:
· Cúpula da catedral (Duomo em italiano) Santa Maria Del Fiore, em Florença.
· Hospital dos Inocentes
· Palácio Pitti
· A igreja de São Lourenço
· A Igreja do Santo Espírito
· Capela Pazzi

Alberti (1404 - 1472) - Leon Battista Alberti nasceu em Génova. “Baseava na música dos números a harmonia das proporções e concebia o edifício como um todo, solidário em cada um de seus elementos”. Mestre em fazer plantas e modelos; e o Templo Malatesta, de Rimini: a Igreja de São Francisco, à qual deu por fachada um arco de triunfo.
Principais obras:
· Frontaria de Santa Maria Novella
· Palácio Rucellai, em Florença.
· Templo Malatesta, d e Rimini.
· Igreja de São Francisco (à qual deu por fachada um arco de triunfo)

A Influência da Família Médici no Renascentismo

A família Médici foi uma poderosa família de Florença. Toda a riqueza dessa família se originou do comércio de têxteis e pela guilda da Arte della Lana.

Sendo grandes burgueses, a família expandiu seus negócios: tornando-se banqueiros, políticos, clérigos e, obviamente, nobres.
Essa família foi a principal Mecena da época. Grandes artistas foram patrocinados por ela.

João de Bicci de Médici foi o primeiro patrono das artes na família, patrocinando Masaccio e mandou reconstruir a Basílica de São Lourenço. Cosme de Médici foi mecenas de Donatello e Fra Filippo Lippi. A família apoiou também Michelangelo.
Na área arquitetônica, eles patrocinaram a galeria Uffizi (atual local onde grande parte do legado da família está), o Palácio Pitti e os jardins Boboli e o Belvedere.



Bibliografia

JASON, H. W. Iniciação à História da Arte / H. W. Janson, Anthony F. Janson; [tradução Jefferson Luiz Camargo] – 2ª ed. – São Paulo: Martins Fontes, 1996, p. 186 a 206.